Investir em criptomoedas: dicas e perigos

Investir em criptomoedas: dicas e perigos

Investir em criptomoedas: dicas e perigos

Assim como qualquer tipo de investimento, o mercado das moedas digitais requer muita pesquisa e cautela. Por ser um ativo ainda sem regulamentação em muitos países, muitos acabam não investindo em criptomoedas.

No entanto, estas moedas virtuais utilizam de alta tecnologia e segurança em criptografia em suas transações. Além disso, estas movimentações são registradas na Blockchain, o que assegura sua validade.

Informação acima de tudo

Investimento não pode ser feito da noite para o dia, principalmente em ativos tão voláteis quanto as criptomoedas. Antes de mais nada, é preciso estudar muito bem o mercado no qual se quer investir.

As moedas digitais surgiram em 2009, com a criação do Bitcoin. Mas sua fama só aconteceu no final de 2017, quando o Bitcoin atingiu a cotação de US$ 20 mil. Esta explosão fez com que as pessoas se jogassem nesse mercado.

De lá para cá, o número de criptomoedas existentes já ultrapassa os 6.000 tipos e a cada dia surgem novas. Assim, acompanhar esse criptomercado em vasta expansão requer muita atenção, pesquisa e estudo.

Investindo com segurança

Além de ficar por dentro sobre tudo o que acontece na criptoeconomia, também são necessários outros cuidados. Uma boa dica dos especialistas é nunca investir mais do que 5% do seu patrimônio em moedas virtuais.

Mesmo que você seja um investidor de perfil arrojado, ainda há muito a desvendar sobre esse mercado. Portanto, tenha cautela na hora de investir e esteja preparado para os altos e baixos repentinos.

Também é importante conhecer qual a moeda mais compatível com a realidade dos seus investimentos. Mesmo que o Bitcoin detenha 60% do mercado, mas existem outras opções tão boas quanto.

Escolher uma exchange de confiança é parte fundamental desse processo. Leve em consideração questões como: suporte, usabilidade da plataforma, segurança dos dados, se é alvo de alguma investigação pela CVM.

Opte em transferir suas criptomoedas para carteiras digitais, que possuem muito mais segurança. Assim, suas moedas digitais ficarão muito mais seguras, tanto nas hot wallets quanto nas cold wallets.

Conheça os perigos da criptoesfera

Aquilo que pode ter sido criado para facilitar, também pode se tornar um grande problema. Ou seja, a descentralização que envolve o mercado das criptomoedas é o herói e o vilão ao mesmo ao tempo.

Pois como não existem órgãos reguladores, a desconfiança em torno da criptoeconomia ainda é grande. Por mais que a Blockchain faça o registro de todas estas transações, não há garantias como em um banco tradicional.

Por isso, essa falta de comando centralizado, de regras e legislações pode causar certo perigo e receio nos investidores. Além disso, cada moeda possui suas próprias regras e que podem ser mudadas a qualquer momento.

Os perigos de ataques de hackers, o constante surgimento de novas moedas além da volatilidade intensa. Estes são outros pontos imprescindíveis ao optar por investir em criptoativos.

Mas o principal deles tange sobre a mineração do Bitcoin. Hoje, as maiores fazenda de mineração estão na localizadas na China. Um país com amplas restrições ao uso da internet, com controle sobre tudo e todos.

E como o Bitcoin é a criptomoeda que praticamente regula o valor das outras moedas digitais, fica a dúvida. O que aconteceria com esse mercado se o governo chinês intervisse?

Fato é, que muitas pessoas conseguiram enriquecer com esse mercado e outras tantas perderam dinheiro. Contudo, é possível investir de forma segura, com muita informação e dando um passo de cada vez!

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